quinta-feira, 5 de julho de 2012

Flip 2012



Em 2012 a FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty) estará na sua 10ª edição e, para comemorar os seus 10 anos, a festa irá homenagear o grande poeta Carlos Drummond de Andrade e conta com a curadoria do jornalista Miguel Conde e com a presença de  Silviano Santiago na conferência de abertura. Além disso,  a FLIP estará lançando dois livros e um DVD comemorativo.
Durante os cinco dias da Festa haverá uma exposição com fotos de Walter Craveiro, que registrou todas as edições da Flip, montada ao livre em dispositivos luminosos.
A cidade de Paraty, com seus grupos musicais e cênicos, também se mobiliza para celebrar os dez anos da Flip. Para anunciar o início das festas a Banda Santa Cecília sairá pelas ruas do centro histórico e todas as igrejas tocarão seus sinos. Banda e Bonecos criados por artistas e artesãos da cidade saem para festejar a Flipinha e as cirandas locais se apresentam em diferentes momentos da festa, inclusive no show de abertura.

Fonte: http://www.paraty.com.br/flip/

segunda-feira, 19 de março de 2012

Academia brasiliense comemora 30 anos


José Carlos Gentili, atual presidente da Academia de Letras de Brasília, cargo que ocupa desde 2008, não esteve na reunião de fundação da instituição, que celebra, segunda e terça, no Parlamundi (Legião da Boa Vontade), 30 anos de existência. Mas ele consegue descrever, em alguns detalhes, os primeiros movimentos da organização. Evolução do Círculo Literário de Brasília, a Academia foi germinada em 20 de março de 1982, na casa do poeta Clairê de Souza Pires, num apartamento da 102 Sul. Entre os 18 presentes, que guiaram o início dos trabalhos da casa literária, estiveram Maria de Lourdes Reis, presidente do Movimento Poético Nacional e outras figuras importantes, como o poeta Almeida Vítor, que empresta seu nome à medalha cultural entregue pela ordem.

Nesses anos todos, Gentili verifica, infelizmente, um certo desinteresse de governos brasilienses na Academia. “Em vários estados, os governadores proporcionam às academias prédios tombados pela municipalidade, pelo estado, dando um recanto de trabalho. Mas em Brasília isso nunca aconteceu, apesar de a Academia sempre ter pleiteado um terreno para fixar sua sede. Os governos, de maneira geral, sempre foram insensíveis para com a cultura e a literatura”, elabora o advogado gaúcho, que vive na cidade desde a mudança da capital.

Em 2011, porém, a instituição ganhou casa própria, doada por Argemiro José Cardoso. Ele foi duplamente pioneiro: dono da cadeira de nº1 e um dos primeiros engenheiros de Brasília. A sede fica no Varjão (Mansão Carolina, Lt. 1). Foi instalada há cerca de um ano, num terreno elevado, com vista privilegiada para o Lago Paranoá. Antes, a Academia geralmente funcionava na residência do presidente em exercício ou provisoriamente em salões de hotéis.

Do teto da mansão, descreve Gentili, descem obras dos ocupantes de cadeiras da Academia — um total de 40, seguindo a tradição francesa. “Temos não só acervo (500 títulos), mas os Pingos de Luz, com trabalhos deles dependurados por fios”, continua. As paredes do espaço também abrigam uma pinacoteca, com peças de artistas brasilienses e outros estados. Nos encontros, agendados mensalmente — a diretoria reúne-se semanalmente —, os membros planejam atividades futuras. A principal delas, para o presidente, envolve a comunidade local. “Nós temos que trabalhar especialmente com as crianças. Elas têm que receber educação, a base de tudo. Neste aspecto, o Varjão é privilegiado. Porque a criança vem e encontra, por exemplo, Adilson Vasconcelos, historiador de Brasília”, explica.

Diante da proximidade da 1ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura (14 a 23 de abril), Gentili espera que a capital, finalmente, receba reconhecimento como centro não apenas do poder, mas também das letras. Por enquanto, ele, com 72 anos, dirige a Academia com esmero. E, sempre que possível, mantém contato com a Academia Brasileira e a produção literária regional e nacional. “No ano que se passou, oferecemos a comenda Almeida Vitor ao presidente, Marcos Vilaça, presidente de 2010 a 2011. Fomos ao Rio de Janeiro numa comitiva muito bonita. Há integração interessante no mundo literário. Os escritores se reúnem pela sua qualificação: conto, poesia, romance. E nós interagimos com eles”, conta.

30 ANOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE BRASÍLIA
Segunda-feira, às 19h, e terça, às 9h, no Parlamundi (Legião da Boa Vontade, 915 Sul, Lt. 75). Hoje, no auditório José Paiva Netto, cerimônia de abertura e lançamento do livro comemorativo Academia de Letras de Brasília — 30 anos de fundação, de José Carlos Gentili, Romildo Teixeira de Azevedo e Tarcízio Dinoá Medeiros (Alpha Gráfica, R$ 200). Amanhã, no auditório Austregésilo de Ataíde, conferência com Murilo Melo Filho, da Academia Brasileira de Letras, outorga de medalhas e homenagens. Informações: 3468-7848 e aclebdf@gmail.com.

Fonte:
 http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=27803

segunda-feira, 5 de março de 2012

Português falado no Brasil é a melhor língua

O português falado no Brasil é a melhor língua para se aprender no mundo. A conclusão não é de nenhum ufanista, mas sim da jornalista Helen Joyce, correspondente da revista britânica The Economist em São Paulo.

Para ela, o português brasileiro é a única “escolha racional” se um estudante procura um retorno “decente” de seu investimento no aprendizado de uma nova língua.

“O Brasil é grande (190 milhões de habitantes, metade de um continente). Suas perspectivas econômicas são brilhantes. São Paulo é a maior capital de negócios na América Latina. Nenhum país tem fauna e flora tão variadas e maravilhosas. É o abrigo da maior floresta do mundo, a Amazônia. O clima é ótimo, assim como as praias. As pessoas são amigáveis, desinibidamente cordiais. Você ouvirá ‘seu português é maravilhoso’ muitas vezes antes de isso ser verdade”, afirma Helen em artigo na revista Intelligent Life, suplemento cultural da Economist.

Muitos linguistas poderão não concordar com os argumentos da jornalista britânica, mas ela certamente será ainda mais parabenizada pelo seu “português maravilhoso” depois de todos esses elogios à nossa língua “inculta e bela”.


domingo, 29 de janeiro de 2012

Reflexões de um rei

Muitos aspiram à posição que conquistei, mas poucos teriam a virtude necessária para julgar corretamente.

O poder revela o que está oculto no coração e com o tempo suas ações são reveladas.
Mas qual é o verdadeiro poder, senão aquele em controlar os tempos e a morte.

Se eu tenho medo de morrer? Não, pois as cicatrizes das longas e árduas batalhas adormeceram tal sentimento.

E hoje entendo que o homem é limitado e que não passamos de folhas que crescem, ficam verdes, mas logo caem ao chão e secam.

Quantos morrerão por mim hoje.  Será amor ao rei ou simples cumprimento do dever?

Talvez porque a figura do rei é um símbolo de esperança. Sim, talvez seja isso.
Portanto, não deixarei macular este trono, e agora é hora de levantar-me para mais uma batalha enfrentar.

                                                                                                                   Evander Lima

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Passeio literário no Centro de SP resgata história de escritores

“Um país se faz com homens e livros”, disse Monteiro Lobato. E é com o propósito de levar livros às pessoas e de despertar a curiosidade pela história de São Paulo que um projeto idealizou um passeio literário no Centro da capital. Organizado pelo Instituto Mobilidade Verde e pela Bicicloteca, uma bicicleta que empresta livros principalmente para moradores de rua da cidade, o tour passa por pontos emblemáticos como o Theatro Municipal, para relembrar a Semana de Arte Moderna de 1922, mas também por prédios onde escritores como o próprio Monteiro Lobato e Oswald de Andrade moraram e se reuniram com outros intelectuais da época.
Segundo Lincoln Paiva, presidente do instituto, o objetivo do passeio é fazer com que as pessoas leiam mais. O projeto pretende despertar também um interesse maior pelo Centro, já que a maioria das pessoas passa pelos prédios da região sem perceber que aqueles locais são históricos. “Agora estamos procurando financiamento, pois queremos que um historiador acompanhe sempre o passeio e seja remunerado por isso”, diz. Apesar de ainda ser apenas um projeto, Paiva espera que o tour literário saia do papel a partir do dia 25 de janeiro.
Os passeios vão ser gratuitos e aos sábados. Terão a duração aproximada de duas horas e serão feitos a pé na região central da cidade. Atualmente o tour conta com nove paradas, mas pode sofrer modificações ou mesmo alterações durante cada passeio. As pessoas interessadas devem entrar em contato com os organizadores pelo site da Bicicloteca

Veja a matéria completa em :  http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/01/passeio-literario-no-centro-de-sp-resgata-historia-de-escritores.html

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