sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Ana Maria Machado é a nova presidente da Academia Brasileira de Letras



A Academia Brasileira de Letras elegeu, por unanimidade, no dia 8 de dezembro a Diretoria que ficará à frente da instituição no próximo ano. A Acadêmica Ana Maria Machado será a Presidente. Ela substituirá o Acadêmico Marcos Vinicios Vilaça,  que dirigiu a ABL nos biênios 2006/07 e 2010/11.

Os demais eleitos são: Secretário-Geral: Geraldo Holanda Cavalcanti; Primeiro-Secretário: Domício Proença Filho; Segundo-Secretário: Marco Lucchesi;  Tesoureiro: Evanildo Cavalcante Bechara. Ao fim da sessão, o Presidente Marcos Vinicios Vilaça anunciou a nova Diretoria.

Segunda mulher eleita Presidente da ABL – antes foi a Acadêmica Nélida Piñon, em 1997, ano do centenário da Academia – a escritora Ana Maria Machado, assim que foi confirmada sua vitória, afirmou: “Daremos continuidade à linha de atividades voltadas para a promoção dos melhores valores da cultura nacional e da língua portuguesa. A dinâmica da Casa será a mesma iniciada pelas gestões anteriores. Independentemente disso, dirigiremos nossa ênfase para duas celebrações   em particular: o centenário de morte do Barão do Rio Branco, e a celebração do centenário de nascimento de Jorge Amado".

A solenidade de posse da nova Diretoria para o exercício de 2011 será realizada no dia 15 de dezembro, quinta-feira, às 17h, no Salão Nobre do Petit Trianon.

Fonte: http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=12710&sid=727

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

176º aniversário de Mark Twain

Comemora-se hoje o 176º aniversário de Samuel Langhorne Clemens ou simplesmente conhecido pelo pseudônimo Mark Twain.

Nascido em 30 de novembro de 1835, foi escritor, jornalista e humorista. Com seus principais títulos como As Aventuras de Tom Sawyer, As Aventuras de Huckleberry Finn, e o O Príncipe e o Mendigo, Twain foi considerado “pai da literatura americana”.

Interessado por ciência e tecnologia, chegando a ser amigo de Nicolas Tesla considerado um importante cientista e inventor na época, reuniam-se com freqüência para testar seus experimentos. Escreveu ainda varias obras e morreu em 21 de abril de 1910.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Colóquio em Cabo Verde debate o futuro do português nas diásporas


Estratégia de ensino e promoção da língua é um dos tópicos do encontro que reúne especialistas dos Estados Unidos, da França e do Japão, entre outros países.
Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.*

O Instituto Internacional de Língua Portuguesa, Iilp, está realizando em sua sede, na Cidade da Praia, em Cabo Verde o colóquio internacional “A Língua Portuguesa nas Diásporas”.
O objetivo do evento é debater estratégias de ensino do idioma em comunidades que vivem fora de seus países de origem.

Políticas Nacionais
 O Iilp, o braço linguístico da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Cplp, está realizando uma série de colóquios para determinar as políticas nacionais de promoção do português e do ensino do idioma no exterior.
       
O diretor-executivo do Iilp, Gilvan Mueller de Oliveira, falou à Rádio ONU, da Cidade da Praia, sobre umas das dificuldades em precisar o número de falantes do português nas diásporas.
“As diásporas têm caráter muito variável. Há pessoas que são idocumentadas, há pessoas que estão registradas nas Embaixadas, mas na prática já perderam a língua. Trabalhamos com números muito aproximativos, o que seria de 7 milhões de pessoas.”
O colóquio em Cabo Verde deve terminar nesta quarta-feira com recomendações que serão enviadas às Comissões Nacionais dos oito países de língua portuguesa e que pertencem à Cplp.
*Apresentação: Leda Letra.

fonte:  http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2011/11/coloquio-em-cabo-verde-debate-o-futuro-do-portugues-nas-diasporas/

sábado, 26 de novembro de 2011

ABL lança o livro sobre Olavo Bilac


Academia Brasileira de Letras lança, em coedição com a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, o livro Para uma história da belle époque: a coleção de cardápios de Olavo Bilac, da historiadora Lúcia Garcia e prefácio do Acadêmico Alberto da Costa e Silva, mentor do projeto.
De acordo com o Acadêmico Alberto da Costa e Silva, em seu prefácio, “o livro reuniu, com gosto e rigor, o melhor da coleção de cardápios de Olavo Bilac — a mais importante de que, no Brasil, se tem notícia — revelando como padrões estéticos se iam popularizando no país, na chamada belle époque, e como, pela lista de pratos de prestígio e de festa, se afrancesavam cada vez mais as suas elites”. O Acadêmico disse, ainda, que “ao colecionar os cardápios dos banquetes, Bilac tinha possivelmente a consciência de que preservava com eles o pouco de uma vida que todos os dias se mudava em saudade”.
A coleção revela o requinte e a sofisticação, não somente na elaboração gráfica dos cardápios, como também dos almoços e jantares que reuniam a elite da sociedade carioca da época. Retrata, ainda, um dos aspectos menos conhecidos do poeta: a do jornalista gourmet, do carioca amante da boa mesa, do poeta que se rendia à sociabilidade e à celebração do prazer gastronômico. É sobre esse Bilac, sobre sua coleção de cardápios guardada na ABL desde o começo do século passado, apresentada pela primeira vez em conjunto, de que trata também o livro.
“Os cardápios são inéditos e vão desde os momentos finais da Monarquia. Alguns são manuscritos. Acredito que Bilac tenha juntado isso para revisitar os momentos vividos”, afirmou Lúcia Garcia. Ela disse, ainda, que há menus em seda, outros com ilustrações assinadas, e ainda os que foram feitos para o aniversário do poeta.
O lançamento acontece hoje, 25 de novembro, a partir das 17h, no Petit Trianon. Entrada franca.
Saiba mais
Olavo Bilac, mais conhecido como o expoente da poesia parnasiana no Brasil e um dos fundadores da ABL, foi também um grande cronista de seu tempo, entre 1890 e 1910, época. Frequentou, assiduamente, os banquetes comemorativos de atos e iniciativas públicas, comuns no fim do século XIX e começo do XX. Passou, então, a colecionar cardápios desses eventos, que possibilitaram à autora Lúcia Garcia, uma seleção dos mais significativos, tendo em vista sua contextualização histórica, permitindo ao leitor, com isso, conhecer acontecimentos memoráveis da história do Rio de Janeiro e da belle époque.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Recompensa


Uma folha em branco é como uma folha morta.
Daí surge a tinta e esta, antes vazia e inútil, 
Se transforma em uma imensidão de sentimentos.
Traços retos ou traços curvos.
Unindo letras com letras, 
O poeta traduz seu mundo e do seu semelhante.
Faz brilhar sob à luz da pena seu imaginário ideal.
Pode agradar a cem mil ou apenas um. 
Talvez agrade somente a si,
E se o ego se alegrar
É sinal que seu trabalho não foi em vão.

                                                                                                       Evander Lima

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